segunda-feira, 4 de julho de 2011

Never let me go (2010)


Assisti este filme ontem, mas precisava refletir um pouco à respeito antes de começar a escrever. Definitivamente um dos melhores filmes que assisti este ano e mais uma vez é de 2010. 
Este filme foi mais um que peguei numa lista de recomendação do IMDb e comecei a assistir sem saber nem ao menos do que se tratava. Vem sendo uma experiência e tanto assistir filmes desta forma, pois as surpresas não param de aparecer. Após assisti-lo, fui atrás do trailer para conferir o que era passado para se conhecer da história e posso com certeza dizer que ele estraga muitos momentos do filme, se não todos. Por esta razão eu vou deixar o trailer no post, mas recomendo que não o assistam e tenham a mesma experiência que tive.
Sem querer estragar a essência da história, faço uma breve sinopse antes de citar minhas considerações: o filme se passa num passado onde a ciência avançou a ponto de tornar a expectativa de vida humana para além dos 100 anos de idade. Neste contexto, acompanhamos a vida de Kathy (Carey Mulligan), Tommy (Andrew Garfield) e Ruth (Keira Knightly) que estudam no colégio interno Hailsham e, nos anos que se seguem, deverão compreender a razão de suas existências.
A história é baseada no livro de mesmo nome escrito por Kazuo Ishiguro e com certeza será um livro na minha prateleira.

A partir daqui passo a fazer considerações acerca do filme que podem revelar alguns momentos. Logo, fica a cargo da curiosidade de vocês.

O mais impressionante na história e que deve ser mais notável ainda no livro é a sensibilidade com que somos jogados à realidade dos personagens.
Uma professora, indignada pela maneira como os alunos são tratados, resolve expor aos seus alunos a dura realidade que os esperam. Ela explica que o futuro de uma criança é incerto para o mundo e a mesma pode ocupar diferentes posições na sociedade a que se destina. Mas este não é o caso das crianças ali presentes. É assim, aos 25 minutos de filme, que somos informados que todos ali não passam de meras obras da ciência destinadas a doarem seus orgãos para aqueles que o necessitarem e somente isso. Os clones ali presentes, após atingirem a idade próxima a sua primeira doação, são encaminhados para abrigos, onde aguardarão o momento em que passarão a viver de hospital a hospital até o fim de suas vidas. Nesta dura realidade, os personagem acima citados convivem num delicado triângulo amoroso. 
A produção do filme como um todo está perfeita. Dentre as interpretações, acredito que Andrew Garfield poderia ter dado mais de si para o personagem, mas acredito que o problema real é que não havia muita química entre ele e Mulligan. Suas versões mirins nas peles de Izzy Meikle-Small e Charlie Rowe formavam um casal e tanto. No entanto, individualmente cada um dá um show à parte, principalmente Mulligan.
A trilha original de Rachel Portman tem completa sintonia com o filme e me abstenho a falar do trabalho de Adam Kimmel na fotografia.
O roteiro do filme, apesar de baseado num livro que deve ser fenomenal, peca um pouco quanto a nos passar o que de fato os prende a suas realidades. Eles são livres e mesmo assim estão dispostos a seguir seus destinos. A criação rígida no internato é uma boa resposta para isso, mas ainda fica um pouco de indignação em relação aos seus comprometimentos com o destino certo. Este o motivo de querer muito ler o livro. No entanto, isto não desmerece o filme nem um pouco.

Cotação: 5 pratas!!! Mas bem que mericia ouro xD
IMDb: 7.3


domingo, 3 de julho de 2011

When we leave (Die Fremde, 2010)

Engraçado que peguei este filme numa lista de recomendações do IMDb e depois, fazendo uma leve pesquisa após assisti-lo, descubro que foi o representante alemão na corrida pelo Oscar 2011 na categoria filme estrangeiro.
Dos indicados na categoria tinha visto apenas Biutiful (México/Espanha), e havia esquecido completamente de assistir ao vencedor In a better world (Dinamarca), mas farei a correção disso no próximo final de sem6ana. Imagino que este dinamarquês deve ser absurdamente fantástico a ponto de superar este filme.
O filme narra a história de Umay (Sibel Kekilli), uma mulher islâmica que abandona o marido para voltar a viver com os pais levando consigo o filho menor de idade. A partir disso, Umay precisa lidar com o todas as consequências de sua escolha para uma mulher de sua cultura.
O fato de fazer a pesquisa que citei no início do texto é justamente em razão do ambiente tratado no filme ser de difícil compreensão para nós ocidentais. Precisava compreender alguns fatos tratados no filme que são realmente chocantes.
Li alguns comentários que muito criticavam a personagem pelo fato de tomar uma atitude forte e depois buscar sempre o contato de sua família, apesar desta não se mostrar preocupada com sua condição, mas é preciso atentar para o fato que não estamos lidando com nossa cultura e, lendo um pouco à respeito, é fácil notar que a ligação familiar do povo islâmico é bastante forte, bem retratado pelo belo cartaz do filme.
O filme merece ser visto por dois motivos: primeiramente por ser um excelente filme e segundo pela maneira sensível com que nos apresenta esta realidade tão estranha aos nossos olhos.
Definitivamente 2010 continua me surpreendendo.

Cotação: 5 pratas!!
IMDb: 7.6




Barney's Version (2010)

Paul Giamatti é o cara!!
Eu poderia terminar de escrever aqui porque sou muito fã desse cara e falar de um filme dele é no mínimo suspeito.
No filme, Barney (Paul Giamatti) é um produtor que faz um retrospecto de sua vida amorosa até o momento em que conheceu a mulher de sua vida, Miriam (Rosamund Pike).
O filme é uma história de amor bastante inusitada já que Barney se apaixona perdidamente na festa de seu segundo casamento. Até então ele nunca havia sentido isso e é bastante notável no semblante do personagem, mesmo estando muito alcoolizado, que o sentimento é verdadeiro.
O filme procura mostrar a fragilidade do seu personagem principal de várias formas, muitas delas ao lado do pai Izzy Panofsky que por sinal está muito bem representado por Dustin Hoffman.
O filme é muito bom, mas se tratando que ele procura tornar transparente seu personagem de modo que possamos compreende-lo em seu decorrer, ele peca várias vezes. É um personagem interessante, mas sem muita expressividade tornando alguns de seus momentos de difícil interpretação.
O final do filme é um tanto apelativo para o foco da narrativa e só fez enfatizar o que citei no parágrafo acima.
Ficou parecendo que não gostei do filme, mas gostei. O filme tem excelentes interpretações, mas o roteiro deixa um pouco a desejar.

Cotação: 3 pratas!
IMDb: 7.4

domingo, 19 de junho de 2011

Source Code (2011)

Definitivamente, meu gênero de filme favorito. Nada como um bom filme de ficção científica com consistência e roteiro inteligente.
Eu peguei este filme para assistir, mas depois descobri que estava com estréia marcada para 17/06. E adivinha? Foi sexta-feira!! E não foi lançado!! Isso pode representar duas coisas: a distribuidora optou por segurar a estréia e esperar um melhor momento, já que este mês tem muito filme blockbuster nas bilheterias ou o atraso com relação à estréia americana esfriou o seu lançamento e resolveram lançar direto em DVD/BD. A segunda é triste, mas é a mais provável. Este mês e o próximo, período de férias escolares, representa o momento mais rentável ao cinema, onde as grandes produções tem vez. Fora Piratas, Thor e Kung Fu Panda ainda teremos Carros 2, Transformers 3, Capitão América e o final de Harry Potter. Espero estar errado, mas este aqui perdeu sua vez nas telonas. De qualquer maneira, ficarei na torcida porque quero muito ver este filme no cinema.
No filme, o capitão Colter Stevens (Jake Gyllenhaal) acorda num trem em um corpo que não é dele e descobre estar numa missão para descobrir o responsável por implantar uma bomba no local. Na verdade o atentado já ocorreu e a bomba já explodiu matando todos os que estavam no trem. Colter está acessando os 8min de informação recuperados do cérebro de um dos passageiros para tentar descobrir o responsável antes que um segundo atentado ocorra.
Não quero contar muito da história para não estragar as surpresas de roteiro. E não são poucas! A construção do filme é muito boa e o final é fantástico.
O diretor do filme é ninguém menos que Duncan Jones, diretor e roteirista de Moon (2009), outra pérola fenomenal que não foi lançada nos cinemas brasileiros. Vou até assistir novamente só para fazer um texto do filme aqui.

Cotação: 5 pratas!
IMDb: 7.7

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Neds (2010)

Muito bom pegar um filme sem qualquer referência e acabar sendo satisfatório. Quando busco por um filme eu normalmente procuro uma avaliação no IMDb ou uma crítica estrangeira, já que estes nem sonham em chegar no Brasil, mas nesse eu parti de uma legenda. Li a sinopse e peguei, mas o maior interesse foi por ser uma produção britânica.
John McGill (Connor McCarron) é um garoto com futuro promissor por ser altamente dedicado aos estudos. No entanto, é desvirtuado ao envolver-se com a gangue a qual seu irmão mais velho faz parte. Sua vida e personalidade mudam completamente e o garoto uma vez inocente torna-se um delinquente.
O filme não é nenhuma obra prima do cinema e está muito longe disso. Os personagens ao redor de McGill não possuem qualquer expressividade. O único personagem trabalhado aqui é McGill, que por sinal está muito bem representado pelo estreante Connor McCarron.
Algumas cenas no filme são altamente desnecessárias como a cena da "visão de Jesus". Dei até risada pelo nada a ver tremendo da cena, mas o conjunto é satisfatório. 
Li algumas críticas que achavam o personagem de McGill um rebelde sem causa e que não havia qualquer justificativa para que ele se transformasse da forma que foi passada, mas devo discordar profundamente já que a idade do personagem no filme permite que o mesmo seja facilmente influenciado. Além disso, o preconceito sofrido e a necessidade de aceitação foram cruciais na mudança do personagem.
A resolução do filme é meio destoante, o que faz pensar que os 124 min de filme poderiam ter sido reduzidos em pouco mais de 90 min, mas o filme corre de um jeito que não percebe-se sua duração. É interessante ver o quanto o personagem muda no decorrer do filme. Uma visão bastante chocante se for parar para pensar que as gangues apresentadas realmente existem.

Cotação: 3 pratas!! [Bom filme]
IMDb.: 7.0

terça-feira, 14 de junho de 2011

Sem Limites / Limitless (2011)

Não sei se estou ficando um cara chato para filmes de ação, mas eu venho observando muito detalhe nesse gênero de filme.
Não quero dizer com isso que Sem Limites é um filme ruim, mas também não é um filme que eu veria novamente.
No filme, Eddie Morra (Bradley Cooper) é um escritor em crise que perde a namorada e está para perder tanto seu contrato com uma editora como seu apartamento. Resumindo, ele está altamente na pior. Eis que surge seu ex-cunhado com uma solução milagrosa em forma de pílula: a NZT, uma droga que permite a uso de 100% da capacidade cerebral e não apenas os 20% que são utilizados normalmente. Com isso, já se imagina o quanto a vida dele vai mudar da água para o vinho.
Uma vez eu li que o legal da história é a forma como ela é contada. O mesmo se aplica aqui. Ao ler o breve resumo que eu fiz, pode parecer uma bobagem, mas o filme é bem interessante. Tem seus clichês e seus furos de roteiro (não são poucos, principalmente no final), mas vale a pena.
O grande acerto do filme é, de longe, sua composição. Excelente trabalho técnico! As cenas meio acinzentadas substituídas pelo brilho e colorido intenso que remete exatamente ao vigor dado ao personagem após tomar a pílula é muito bonito de se ver. Da mesma forma, as cenas em que a câmera se movimenta com velocidade pelas ruas de Nova York. Excelente direção de Neil Burger e fotografia de Jo Willems.
Além disso, muito bom ver Robert De Niro num papel que não denigre sua imagem como ator. O personagem Carl Van Loon só acrescenta interesse a história do filme.

Cotação: 3 pratas!!
IMDb.: 7.3



segunda-feira, 13 de junho de 2011

Namorados para Sempre / Blue Valentine (2010)

Não sou de comentar tradução de título até porque normalmente eles tem alguma base na leitura do filme, mas o escolhido para este é absurdo.
O filme narra a história do casal Dean (Ryan Gosling) e Cindy (michelle Williams) em dois pontos exatos: quando surge o sentimento em ambos e quando este mesmo sentimento morre e a convivência torna-se insustentável. 
De cara me veio à mente Brilho Eterno (Eternal Sunshine of the Spotless Mind, 2004), mas a obra em questão procura explorar o relacionamento dos dois de modo que possamos compreender o que de fato acontece com cada um à ponto de chegar à separação.
Como este filme alterna entre dois períodos distintos da vida do casal, nem preciso dizer que o trabalho de edição está fenomenal. Da mesma forma, a atuação dos dois é exemplar a ponto de notarmos a química que os une num momento e que os separa no momento seguinte. 
Michelle Williams foi até indicada ao oscar de melhor atriz por esta personagem. Um trabalho realmente reconhecido.
Vale a pena ser assistido, mas não deve agradar a maioria pelo ar deprimente que paira sobre o filme. É um filme de observação e diálogos já que a história já é clara para todos desde o início.

Cotação: 4 pratas!!
IMDb: 7.7


domingo, 12 de junho de 2011

Super (2010)

Procurando filmes para baixar me deparei com este que achava que ia estrear esse ano, mas descobri ser do ano passado.
Assim que vi o trailer desse filme, a primeira coisa que me veio à mente foi Kick-Ass (2010). As referências estavam todas ali, era inquestionável. Assisti o filme e, apesar de usar o mesmo tema de que a única coisa necessária para ser um super-herói é a escolha de combater o mal, a idéia aqui é completamente diferente.
No filme Frank d'Arbo (Rainn Wilson) é um cozinheiro que acaba de ser abandonado por Sarah (Liv Tyler), uma mulher com histórico de alcoolismo e uso de drogas, para viver com Jock (Kevin Bacon). No entanto, Frank acredita que ela não o largou e precisa de qualquer maneira salvar Sarah.
É banstante notável que Frank no filme possui um certo distúrbio. Ele ouve vozes, vê imagens e a prória idéia de dar vida a Crimson Bolt surge de uma alucinação absurda. Me lembrou um pouco A Mão do Diabo (Frailty, 2001), mas para o lado cômico da coisa.
Buscando referências de heróis dos quadrinhos para compor o seu próprio, ele conhece Libby (Ellen Page), que só faz acrescentar o ar cômico do filme e, apesar de ser um personagem limitado, descata-se em cada cena.
Em resumo, o filme é bom, mas não se compara a Kick-Ass até pelo notável baixo orçamento do filme. Kick-Ass apesar de iniciar de forma independente teve bastante apoio, até por ser baseado numa HQ. Já este, dificilmente consegue distribuição para chegar ao Brasil, sendo bastante provável que seu lançamento seja direto em DVD/BD.
O entrosamento de Rainn e Ellen como Crimson Bolt e Boltie respectivamente, apesar das poucas passagens, é bastante notável. A trilha original de Tyler Bates para o filme combina perfeitamente com o personagem e só faz denotar sua mentalidade inocente.
Não curti muito a edição do filme em algumas passagens de memória de Frank, mas são poucos momentos e não chegam a causar tanto impacto.
Enfim, vale muito assistir. Só mostra que não é necessário grandes orçamentos para se trabalhar uma idéia legal.

Cotação: 4 pratas!!
IMDb: 7.2

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Poesia / Shi (2010)

Esta semana acontece o Festival Varilux de Cinema Francês e já fiz a seleção de alguns para ver no final de semana. Vendo o cartaz do festival lembrei do filme do post de hoje meio que de imediato.
O bom de festivais é justamente poder prestigiar filmes que muito dificilmente você teria oportunidade de ver ou se mostraria interessado a ponto de procurar.
No festival internacional que aconteceu ano passado este foi um dos filmes em destaque. Infelizmente não pude ver no cinema, mas fiz questão de deixar o nome guardado para procurar depois.
O que posso falar deste filme se não um dos mais tristes que já vi. Poucos filmes conseguem causar um sentimento de tristeza que não seja de modo forçado ou apelativo, como uma morte esperada ou um caso terminal.
O filme em questão se trata de poesia em sua concepção. Difícil pensar num filme desta maneira, ainda mais quando se tem idéia da carga dramática expressa no mesmo.
Mija (Jeong-hie Yun) é uma senhora que resolve iniciar um curso que requer o desenvolvimento de uma poesia até o final das aulas. O filme mostra seu esforço em encontrar inspiração que a leve a escrever ao mesmo tempo que descobre ser vítima de Alzheimer e precisa lidar com o neto que é acusado de abusar de uma garota que cometeria suicídio em seguida.
A dor da personagem é expressa de muitas maneiras na película e a interpretação da atriz em cada uma delas nos permite sentir até mesmo a dificuldade da personagem em escrever. O número limitado de personagens torna bastante notável cada um de seus semblantes.
Não consigo imaginar uma resolução melhor para o filme que não a abordada pelo mesmo. A sensibilidade exigida pelo tema não se perde entre todos os dramas apresentados.

Cotação: 5 pratas!! 
IMDb: 7.7


terça-feira, 31 de maio de 2011

Apenas o Fim (2008)

Como esse filme é bom!!
Impressionante como uma simples idéia pode gerar um fruto tão significante e representativo para a geração atual.

Antônio (Gregório Duviver) é um estudante de cinema na PUC-RJ que vive um dia aparentemente comum até ser surpreendido pela namorada Adriana (Érika Mader) com a notícia de que ela está de partida e os dois tem apenas uma hora para ficarem juntos e se despedirem antes que ela vá embora.

O filme é justamente essa hora de diálogo, lembranças e fatos na vida dos dois. Uma construção mais que perfeita de um relacionamento.
Algumas passagens vão parecer destoantes, mas são de grande importância para levantar pontos a cerca da personalidade dos personagens. Aqui não apenas os diálogos devem ser observados, mas também a maneira de se comportar.

O desfecho do filme é absurdamente reflexivo e remete ao título, tornando notável a simples idéia de colocar um ponto no começo e final no cartaz. 

O filme foi muito bem pensado em toda sua construção. Não é à toa que ganhou prêmios significativos no Festival do Rio de 2008 e Mostra de Cinema de São Paulo do mesmo ano.

Cotação: 5 Pratas!! (valeu Felipe!!!!)
IMDb : 6.9


segunda-feira, 30 de maio de 2011

Agentes do Destino / The Adjustment Bureau (2011)

Saindo do cinema após este filme fiquei muito interessado em ler o conto de Philip K. Dick que inspirou o roteiro. A idéia central do filme é realmente muito boa, mas para mim é só. 
O filme foi muito mal explorado e a resolução do filme é cansativa e sem graça.
Não questiono em momento algum a produção/direção/atuação, mas se tem algo que valorizo é um roteiro bem escrito e o deste, apesar de instigar você em boa parte dele, deixa a desejar. 
O filme acompanha David Norris (Matt Damon), um congressista candidado ao senado que se vê diante da derrota após escândalo envolvendo seus hábitos juvenis ser vinculado à imprensa. 
Pouco antes do seu discurso de derrota ao eleitorado, ele conhece Elise (Emily Blunt) que o revigora instantaneamente e o inspira a um discurso que renova sua imagem política. Apesar da química entre eles ser evidente, os dois não estão destinados a ficarem juntos, cabendo aos agentes do título usarem de suas ferramentas para mantê-los afastados.
Algumas passagens no filme são muito boas, mas como já havia dito, a produção do filme é inquestionável e Damon e Blunt convencem no quesito casal.

Avaliação: 2/5 - veja em casa na falta de outra opção melhor
IMDb : 7.1

don't forget your towel!

então pessoas, este blog tem como objetivo o meu divertimento e o daqueles que curtem discutir cinema.
só quero atentar vocês para o fato de que não sou nenhum crítico, apenas um cara que gosta de falar de filmes.
opiniões e sugestões serão sempre bem-vindas.

abraço a todos!!!